Traição contra o governo


Um funcionário do consulado Persa em Bagdade veio um dia à presença de Bahá’u’lláh para Lhe relatar que um dos persas acusados de traição contra o governo, tinha declarado ser um dos Seus devotos. Por respeito a Bahá’u’lláh tinham hesitado em agir, mas procuraram o Seu conselho quanto à forma de agir relativamente a este malfeitor.

Bagdade e o rio Tigre

“Digam-lhe,” afirmou Bahá’u’lláh, “ninguém neste mundo pode alegar qualquer tipo de ligação a Mim, excepto aqueles que, com os seus atos e com a sua conduta sigam o Meu exemplo, de tal forma que todos os povos da terra sejam impotentes para os impedir de fazer e dizer aquilo que é apropriado e conveniente”. Então, voltando-se para Áqáy-i-Kalim (o Seu irmão), que estava presente, explicou que, se o Seu próprio irmão perpetrasse um ato contrário ao interesse, quer do estado quer da religião, e a sua culpa fosse estabelecida perante vós, seria do Seu agrado e apreciado que fosse severamente punido. Não deveriam aceitar a intervenção de ninguém, nem nenhuma alegação relacionada com Ele, por alguém que planeia e comete um ato desprezível.

O mensageiro do consulado retirou-se humildemente.

Fonte: Stories of Bahá'u'lláh, 'Alí-Akbar Furútan


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