O Rei dos Reis


A estadia de Bahá’u´lláh em Constantinopla, que durou apenas quatro meses, era partilhada com a Sua família e um pequeno grupo de seguidores. Apesar da distância, o governo persa continuou a sua perseguição e, o seu embaixador na corte do sultão, o governante do Império Otomano, organizou uma campanha sistemática contra Bahá’u’lláh.

O ambiente no qual viviam o Sultão, os seus ministros e os seus comparsas era de traição, intriga e hipocrisia, por isso Bahá’u’lláh recusou ter qualquer contacto com essas pessoas indignas das Suas atenções. A Sua ausência dos assuntos da comunidade tornou mais fácil ao embaixador persa encher a mente das autoridades com acusações e mentiras. Os seus esforços incessantes acabaram por dar resultado, finalmente, foi emitida uma ordem exilando Bahá’u’lláh para a cidade de Adrianópolis, ainda mais longe da fronteira persa.

A resposta de Bahá’u’lláh a essa ordem foi um ato de extraordinária coragem. Escreveu imediatamente uma longa Epístola, dirigida diretamente ao Sultão, censurando-o e aos seus ministros, e expondo factos que mostravam a imaturidade e incompetência dos mesmos. A Epístola foi entregue ao Primeiro Ministro num envelope fechado. Diz-se que quando ele abriu o envelope e começou a ler a Epístola, empalideceu e disse: “É como se o Rei dos Reis estivesse emitindo o seu mandato ao seu mais humilde rei vassalo e regulando-lhe a conduta.”

Fonte: Livro 4, Instituto Ruhi


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